10325749_921402341210369_8792479823112593613_n

Mulheres poderosas, apaixonadas e que não se deixam ser derrotadas… É a paixão pela força feminina que une os dois autores – e amigos – Danilo Barbosa e Lilian Farias. Os autores se conheceram através do site literário Literatura de Cabeça, ele como editor, ela como revisora. E nunca mais deixaram de se falar.

Por isso, como uma forma de se conhecerem pessoalmente – apesar de se falarem há 3 anos por celular ou internet – os autores resolveram receber os seus leitores – juntos – e também autografarem os seus livros.

O encontro será no dia 23 de agosto, a partir das 14 horas, no estande da Editora Literata – Rua C, estande 531.

Conheça um pouco a sinopse dos dois livros:

Arma de Vingança

Como uma deusa cruel e vingativa, destruirei todos que estiverem em meu caminho…

O que você seria capaz de fazer por vingança? Suportaria uma vida cercada de mentiras, traições, dores, crime e morte? Ana sobreviveu. Pagou o seu preço com marcas que o tempo nunca será capaz de apagar. Deixou para trás toda a inocência de criança para dar lugar a uma mulher fria e calculista, disposta a ser a perfeita arma de execução contra aqueles que tentaram destruí-la. Para conseguir os seus objetivos, não terá limites: irá mentir, enganar, seduzir e trair… Sem remorsos ou pena daquele que um dia julgou amar. Prepare-se para ouvir a história de Ana. Caminhe na tênue linha entre a paixão e a obsessão e veja como até os príncipes encantados tem o seu lado sombrio. Afinal, esta não é uma história de amor.

Mulheres que não sabem chorar

Mulheres Que Não Sabem Chorar conta a história de duas pessoas que se reconhecem como mulheres e que se amam em toda a sua plenitude. Desse amor renascem sentimentos que outrora fora reprimidos: dores; curas e anseios sobre o próprio amar e ser amada. Duas mulheres que precisam quebrar o pior e mais severo dos preconceitos: aquele que habita em nossas entranhas! Mais que uma relação homoafetiva, Mulheres que não sabem chorar nasceu dos meus 40 dias no deserto, durante todas as privações e isolamentos sociais. O deserto me ensinou a recolher e emanar as minhas ancestrais para me dar vida própria e encarar o mundo, depois soprei nas palavras da vida, que pulsava nas minhas veias, a força de Ísis.

Deixe uma resposta